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Década dos Oceanos - I Mostra Nacional de Criptoarte

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Década dos Oceanos - I Mostra Nacional de Criptoarte

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I Mostra Nacional de Criptoarte chega ao CCBB SP
com artistas exaltando a Década dos Oceanos

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Carlos Duarte

No dia 30 de novembro de 2023, a exposição “Década dos Oceanos - I Mostra Nacional de Criptoarte” vai movimentar o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB RJ), no Centro do Rio de Janeiro. O evento imersivo tem o intuito de promover reflexões profundas a interseção entre nosso mundo contemporâneo e o futuro que almejamos em um planeta ecossistêmico, interdependente, hiperconectado e altamente tecnológico, porém enfrentando desafios claros de coexistência e sustentabilidade. A exposição “Década dos Oceanos - I Mostra Nacional de Criptoarte” elegeu este tema de acordo com a iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) a favor dos oceanos. No período entre 2021 e 2030, a ciência oceânica e os organizadores para o desenvolvimento sustentável ressaltam a importância de novos aplicativos, serviços, mecanismos e filtros que auxiliem no esclarecimento dos problemas globais da Década dos Oceanos ao grande público on-line e presencial. Idealizada por Byron Mendes, fundador da Metaverse Agency, primeira agência de criptoarte no Brasil, a mostra tem curadoria de Marcio Harum, membro da equipe curatorial da Bienal de Arte Contemporânea de Antofagasta no Chile, reunindo 27 artistas em prol da causa oceânica. “Apresentando um sentido universalmente crítico a partir da criação de obras temáticas voltadas à sobrevivência dos litorais, o grupo reunido de artistas participantes, através de suas pesquisas em arte, ciência e tecnologia, transforma o assunto protagonista da exposição em um libelo acerca dos urgentes e difíceis desafios dos mares”, diz Marcio Harum.A mostra também se destaca por sua pluralidade, reunindo artistas de diferentes origens e identidades como mulheres, artistas afrodescendentes e a comunidade LGBTQIAPN+. Ao dar potência às vozes de artistas com trajetórias múltiplas, a exposição apresenta a amplitude de possibilidades e olhares que compõem a sociedade atual. Todo o percurso expositivo foi criado a partir de uma lógica disruptiva com o uso de design de experiências. “Com isso, interatividade, sensorialidade e emocionalidade são colocadas no centro do processo de apresentação de conceitos e obras, criando uma jornada metrificada por sensações, percepções e emoções”, explica Verônica Marques, coordenadora da ação educativa da mostra. A exposição se destaca como uma celebração da potência da produção brasileira no cenário da arte contemporânea. “Enquanto exposições semelhantes frequentemente apresentam predominantemente artistas estrangeiros, a nossa mostra reúne um elenco diversificado de 27 artistas nacionais, que incluem nomes renomados e também nativos digitais com produções mais recentes. A ênfase na produção nacional proporciona uma visão única e relevante da criptoarte no contexto brasileiro”, diz Byron Mendes. A harmonia entre elementos artísticos e tecnológicos também proporciona uma atmosfera imersiva desde a sua entrada. “Com recursos interativos e tecnologias inovadoras, os visitantes são conduzidos a uma imersão profunda no mundo da criptoarte. Adaptamos espaços e recursos para garantir inclusão e acessibilidade, buscando despertar a curiosidade pelo universo da arte digital no contexto da tecnologia blockchain e dos NFTs”, destaca Steffen Dauelsberg, da empresa Interlúdio. A exposição apresenta uma coleção diversificada de obras de arte que fundem tecnologia, história da arte e experiências interativas. "Lagoogleglyphs", de Eduardo Kac, são obras espaciais que podem ser vistas tanto pessoalmente quanto digitalmente através de plataformas como Google Earth, refletindo a união da arte contemporânea com o digital e o espacial. Já Marlus Araujo apresenta "Planctons Bioluminescentes", uma instalação interativa que simula a bioluminescência do plâncton, criando um ambiente dinâmico e mutável com um piso interativo repleto de luzes. "The Color of Water: Algorithmic Sea", criada por Carlos Oliveira, Sarah Schorr e Gabriel Pereira, é uma experiência que desafia os visitantes a refletirem sobre a percepção da cor, mediada por algoritmos, em um mar de cores gerado pelo usuário. Outro destaque é "FLORAS Guanabara", de Rejane Cantoni, uma escultura NFT que representa um jardim subaquático sensorial, explorando a influência da tecnologia e da história da arte na percepção contemporânea da natureza. Todas as obras oferecem uma visão profunda sobre a interação entre a natureza, a arte e a tecnologia. A “I Mostra Nacional de Criptoarte - Década dos Oceanos” estreia no dia 30 de novembro de 2023, às 9h, no 2º andar do CCBB RJ. A Mostra Nacional de Criptoarte tem o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura. TGS e CCBB apresentam, com patrocínio da PwC Brasil, produção da Dellarte Soluções Culturais, apoio MultiRio Terminais e On Projeções. Realização da Metaverse Agency, Interlúdio, Ministério do Turismo, Governo Federal – União e Reconstrução. Realização: Centro Cultural Banco do Brasil. Artistas Monica Rizzolli, Eduardo Kac, Carlos Vamoss, Rejane Cantoni, Hifa Cibe & Maurizio Mancioli, Fesq, Vitoria Cribb, Alexandre Rangel, Clelio de Paula, Giselle Beiguelman, Marlus Araujo, Gustavo Von Ha, Occulted, Anaisa Franco, Leandro Lima, Suzete Venturelli, Tânia Fraga, Biarritzzz, Adriano Franchini, Vini Naso, Katia Maciel, Simone Michelin, Lucas Bambozzi, Vita Evangelista, Andrei Thomaz, Tais Koshino e PV Dias.

A I Mostra Nacional de Criptoarte - Década dos Oceanos, elege este tema de acordo com a iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), em favor dos oceanos. No período entre 2021 e 2030, a ciência oceânica e os organizadores para o desenvolvimento sustentável ressaltam a importância de novos aplicativos, serviços, mecanismos e filtros que enderecem o esclarecimento dos problemas globais da Década dos Oceanos ao grande público on-line e presencial. Apresentando um sentido universalmente crítico a partir da criação de obras temáticas voltadas à sobrevivência dos litorais, o grupo reunido de 27 obras de artistas participantes, através de suas pesquisas em arte, ciência e tecnologia, tenta transformar o assunto protagonista da exposição em um libelo acerca dos urgentes e difíceis desafios dos mares. Um acontecimento emblemático circunscrito à realidade de conscientização planetária na década dos oceanos foi a anunciação na COP 26, em Glasgow 2021, do desaparecimento de Tuvalu, um país insular de constituição independente, situado na Polinésia, Oceano Pacífico. Um arquipélago vulcânico formado por 3 ilhas de corais e 6 atóis, com uma área de 26 km2, população de aproximadamente 12.000 habitantes, e que está sucumbindo gradualmente devido a elevação do nível do mar ocasionada por efeitos severos da mudança climática. Enfrentando sua extinção, em 2022 tornou-se a 1a nação digital existente no metaverso. Em consideração às drásticas alterações ambientais do clima, os trabalhos de arte em exibição mantêm o foco nas prioridades da vida marinha e suas observações oceanográficas, unindo esforços para representar esteticamente tentativas de reversão do ciclo de declínio na saúde dos oceanos. Ao se propor a divulgação de imagens de alerta sobre a redução da poluição e a conservação da biodiversidade e ecossistemas marinhos, marcam presença na I Mostra Nacional de Criptoarte, às vezes no modo phygital, um conjunto de aspectos poéticos e de denúncia em relação a preservação das marés, temperatura, correntes e paisagens marítimas, das mutações e ilhas de lixo geradas por microplásticos, dos recifes de corais, do cabeamento submarino excessivo, dos terríveis processos de mineração e extrativismo (deep-sea mining), prevenção aos desastres naturais como tsunamis, acidentes ecológicos como vazamentos de petróleo e igualmente à respeito do acolhimento de refugiados climáticos humanos e não-humanos. Embora os NFTs tenham passado a existir simploriamente desde meados dos anos 2010, foi durante o auge do segundo momento de crise da pandemia de COVID-19 que a blockchain foi assimilada culturalmente por um sistema de arte local que se encontrava paralisado. Neste contexto, compõem coletivamente o panorama da I Mostra Nacional de Criptoarte, artistas que também são teóricos, professores e pesquisadores, e que vem garantindo desde os anos 1980-90 um lugar para a arte e tecnologia brasileira. Se de um lado há reconhecidos artistas provenientes do atual circuito de arte contemporânea internacional, de outro, situam-se jovens artistas em projeção, - e todos sem exceção, - já tendo lançado previamente obras em distintos marketplaces de NFTs. Marcio Harum Outubro 2023

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CRIPTO NA ARTE

Além da evidente diferença entre obras de arte digital e os itens colecionáveis (digital collectibles), exatamente neste campo de interseção, destaca-se fortemente a relação da produção artística com criptomoedas e blockchain. O termo NFT (non-fungible tokens / cadastros não-fungíveis) muitas vezes é confundido com uma nova linguagem de arte e mídia, sendo na realidade um protocolo baseado na criação, compra, venda e troca de registros com contrato virtual de qualquer conteúdo digital, disponibilizados on-line nos mercados primário e secundário. Com um forte aspecto mercadológico de tecnologia voltado à manipulação de ferramentas financeiras para o mint (cunhar), os NFTs são então firmados em blockchains, - uma base de metadados descentralizada que movimenta sistematicamente a circulação do criptocapital. Como se ao proprietário fosse simbolicamente firmado em cartório o direito de posse e uso como ativo comercial, o que define o status de obra como NFT é a sua condição contratual inteligente no mercado de criptoarte.

ARTE PELO CRIPTO

Obras em NFT não são apenas commodities com certificados de autenticidade exibidas em equipamentos com telas LCD ou LED. São diversos os suportes e formatos de apresentação de uma obra digital estendida ao espaço físico (phygital). Ao plasmar uma realidade de códigos programáveis criativamente, uma parcela da geração pós-internet é afeita ao ativismo que a emergência climática diretamente a convoca. À mercê da especulação de valores circunstanciais dos criptoativos, e através da imaginação de narrativas oriundas do capital cultural, artistas participantes da I Mostra Nacional de Criptoarte engajam-se crítica e artisticamente em diferentes ações pelos oceanos.

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Curador e Organizadores

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Curador

Marcio Harum

Marcio Harum trabalha na interseção entre curadoria, programas públicos, arte, educação e tecnologia. Integra a equipe curatorial da Bienal de Arte Contemporânea de Antofagasta - SACO 1.1 - no Chile em 2023. Coordenou o Programa CCBB - Arte e Educação em São Paulo de 2018 a 2020 pelo JACA - Centro de Arte e Tecnologia de Nova Lima - MG. Foi curador de artes visuais do Centro Cultural São Paulo de 2012 a 2016. Realizou a 2a Bienal do Barro em Caruaru (PE) em 2019. Apresentou a exposição coletiva Via Aérea no Sesc Belenzinho em 2018, Transmigração de Arnaldo Dias Baptista na Caixa Cultural em São Paulo e A Cidade, as Ruínas e Depois na Torre Malakoff/Funarte em Recife em 2016, mais as individuais Bambaísmo de Daniel Barclay na Sala Miró Quesada, em Lima, no Peru, e Estados Ordinários da Consciência de Michel Zózimo no Santander Cultural de Porto Alegre em 2015. Tomou parte do departamento de programas públicos da dOCUMENTA (13), em Kassel, 2012. Foi consultor curatorial da plataforma de arte digital Tropix.io entre 2021-22. Tem participado de comissões julgadoras dos mais destacados editais de artes visuais do país, como a comissão do 1o Salão Nacional de Arte Contemporânea no MAC-Goiânia em 2022. Vive em São Paulo.

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Diretor Artístico 

Byron Mendes

Byron Mendes têm experiência no desenvolvimento de projetos nacionais e internacionais. Desenvolveu exposições em galerias e instituições culturais dos Estados Unidos, Alemanha, Espanha e Londres. Em 2010 fundou e administrou a Galeria de Arte Kunst, uma das primeiras galerias privadas de Petrópolis, com acervo de artistas de todo o país, dentre eles Cícero Dias, Carlos Vergara e Siron Franco. No inicio da década, se dedicou à organização, curadoria e produção de eventos internacionais ligados a arte e cultura, coordenando eventos em cinco importantes cidades mundiais: Frankfurt, Brasília, Nova York, Londres e Paris. Nos últimos anos tem se dedicado a formatação e produção de projetos em diferentes linguagens. Recentemente fez a curadoria da exposição internacional Chinesa"Pincel Oriental"- Uma expedição artística no Brasil e coordenação das exposições / instalações Museum Of Me e Quiet Room.

Artistas

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Vamoss, Sarah Schorr e Gabriel Pereira

Artista

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Anaisa Franco

Artista

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Hifa Cybe e Maurizio Manciolli

Artista

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Sarah Schorr

Sarah Schorr é uma artista fotográfica, pesquisadora e educadora norte-americana. A fascinação pela luz, pela água e pelos modos de contemplação feminista incorporada permeia seu trabalho. O trabalho de Schorr tem sido amplamente exibido desde sua primeira exposição individual na Yancey Richardson Gallery, em Nova York. Ela foi selecionada para na Terra Foundation Fellowship (2021) e na Munn Artist Fellowship (2022) como artista em residência na Monet House da Versailles Foundation, na França. Recentemente, a imagem de Schorr "ebbtide" recebeu o prêmio do diretor no Griffin Museum of Photography que resultou em uma exposição individual e catálogo em 2023. Em 2020, o trabalho de Schorr foi homenageado pelo Prêmio Julia Margaret Cameron para mulheres fotógrafas na categoria de nu (primeiro prêmio) como parte de uma exposição na Galeria Fotonostrum em Barcelona, Espanha. Schorr gosta de colaborar com outros artistas, escritores e pesquisadores. Seu catálogo de artista, “Borrowed Glitter”, é acompanhado por um ensaio da autora e finalista do prêmio nacional de livro Phyllis Rose. Desde que obteve seu doutorado, a pesquisa da própria Schorr foi publicada em livros e periódicos. Seu livro “The Color of Water”, com palavras de Elizabeth Avedon e Anne Marie Kragh Pahuus acompanhou uma exposição individual (2021) de seu trabalho na Galleri Image em Aarhus, Dinamarca e uma exposição individual (2022) no Northern Photographic Centre em Oulu, Finlândia.

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Gabriel Pereira

Gabriel Pereira é pesquisador e doutorando na Universidade de Aarhus (Dinamarca). Anteriormente, foi estudante de pós-graduação visitante no Comparative Media Studies no MIT. Sua pesquisa se concentra em estudos críticos de dados, algoritmos de visão computacional e infraestruturas digitais, usando metodologias sociais e artísticas. Seus projetos foram exibidos na 33ª Bienal de Arte de São Paulo, no Van Abbemuseum, no IDFA DocLab, no Itaú Cultural, aarea.co e em revistas/conferências acadêmicas. Ele é pesquisador Residente no Center for Arts, Design and Social Research (CAD+SR).

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Carlos Vamoss

Vamoss é artista-programador, utiliza o código como matéria prima para criar projetos de arte gerativa. É Diretor de Tecnologia na SuperUber, onde contribuiu para projetos de museus em todo mundo desde 2011. Carlos é doutorando em Artes Visuais no PPGAV-UFRJ, na linha de Poéticas Interdisciplinares. Formado em Design e mestre em Economia Criativa pela ESPM-Rio, onde engajou com a comunidade de artistas-programadores brasileiros para criar o Encontros Digitais, um espaço de aprendizado em arte e novas tecnologias.

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Simone Michelin

Michelin pertence à segunda geração da Videoarte Brasileira e ao grupo pioneiro de pesquisa em Arte e Tecnologia no Brasil.Exposições selecionadas: AMAZONIA, Pratt Manhattan Gallery, NY, USA, 2023; HABITAR, Programa de Becas y Comissiones CIFO, MARCO, Museo de Arte Contemporáneo de Monterrey, MX, 2023; VÍDEO SUBSTANTIVO FEMININO, Pinacoteca de São Bernardo, São Bernardo do Campo, SP, 2022-2023; MULHERES NA COLEÇÃO MAR, 2019; Feito Poeira ao Vento, fotografia do acervo do MAR, Museu de Arte do Rio, 2018; O MUSEU SENSÍVEL, uma visão da produção de artistas mulheres na coleção do MARGS, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2012; A RUA, MKHA Museu de Arte Contemporânea da Antuérpia, Europhalia, 2007; DÉCIMA BIENAL DE HAVANA; 7ª BIENAL DO MERCOSUL; VIDEO LINKS BRAZIL: UMA ANTOLOGIA DA VIDEOARTE BRASILEIRA, Tate Modern, Londres. LILLIPUT, elogio à superfície, comissionado pelo Instituto Cultural Telemar, 2005, recebeu o 6º Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia, exibido no ZKM Zentrum für Kunst und Medientechnologie, Karlshure, Alemanha, 2006 e na Bienal de Havana de 2009; em 2005 teve uma retrospectiva de seus vídeos organizada pela Videoformes, no ano Brasil-França, Bel Horizon, Musée-château d'Annecy; MADE IN BRASIL, 30 anos de videoarte brasileira; ADA, ANARQUITETURA DO AFETO, comissionado pelo Instituto Itaú Cultural para a Bienal de Arte e Tecnologia Emoção Art.ficial 2.0: Divergências Tecnológicas, 2004; de 2000 a 2002 trabalha na série “LIÇÕES AMERICANAS”, com apoio da Bolsa RIOARTE e do Projeto Artista-Pesquisador do Museu de Arte Contemporânea MAC / Niterói; Recebeu em 2020 o Prêmio Fundação Cisneros-Fontanals de Arte Latino-americana, artista em meio de carreira; 6º PRÊMIO SÉRGIO MOTTA DE ARTE E TECNOLOGIA, categoria Trabalho Realizado, com o trabalho “Lilliput” em 2005; o Prêmio Virtuose / MINC em 1998 e 1999, entre outros.

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Vitoria Cribb

Cribb é formada pela Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Brasil. Filha de pai haitiano e mãe brasileira, a artista utiliza o ambiente digital como meio para explicitar suas investigações e reflexões relacionadas à presença digital; vigilância; corpos digitais; autoexpressão e danos psicológicos no ciberespaço atravessadas pelo seu subconsciente - enquanto investiga o comportamento social perante o desenvolvimento de novas tecnologias visuais de informação, na sociedade contemporânea. A transposição do seu pensamento através da imaterialidade presente no digital são pontos centrais nas obras desenvolvidas pela artista nos últimos anos.Em 2023, a artista participou da  22ª Bienal SESC Videobrasil e foi premiada com uma residência na Wexner Center for the Arts. Em 2022, Vitória Cribb foi nomeada e premiada pelo Prêmio Pipa - Relevante prêmio de Arte Contemporânea Brasileira e participou com uma obra de arte digital encomendada na Bangkok Art Biennale 2022 - Virtual Venue.Os trabalhos da artista compõe a coleção permanente do Denver Art Museum e Museu Nacional da República.  Atualmente à frente da BTWN STUDIOS - uma produtora de XR - Vitória tem desenvolvido projetos para nomes importantes da indústria de tecnologia criativa: HBO; Women Rise NFT Project; IoDF; Spectacles; Snap Inc.; Mutantboard Agency; Reality House Magazine x Mahalia.  BTWN STUDIOS é um Parceiro Oficial SNAP AR.

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Anaisa Franco

Buscando a ampliação dos sentidos, Anaisa Franco cria interfaces que elaboram artisticamente uma situação “afetiva” onde as pessoas expandem seus sentidos através da interação com as esculturas, criando novas formas, relações e experiências entre as pessoas, os temas escolhidos e o material tecnológico que temos disponível no mercado.Ela tem um Mestrado em Arquitetura Avançada no Instituto IAAC de Arquitetura Avançada da Catalunha em Barcelona. Um ano de M-Arch 1 na SCI-Arc em Los Angeles, mestrado em Arte Digital e Technology pela University of Plymouth na Inglaterra e bacharel em Artes Visuais pela FAAP em São Paulo.Nos últimos anos tem vindo a desenvolver Instalações de Arte Pública Responsivas e Obras de Arte Novas para Museus, Espaços Públicos, Galerias, Medialabs, Residências e Comitê,l como Xangai City Life Festival, Medialab Prado, Mecad, MIS, Hangar, Taipei Artist Village, China Academy of Public Art Research Center, Mediaestruch, Cite des Arts, ZKU, SP_Urban, MAC Fenosa, VIVID Sydney, EXPERI MENTA Biennale Melbourne, RUMOS Itaú Cultural, URBE e muitos outros.

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Rejane Cantoni

Rejane Cantoni (São Paulo) é artista. Trabalha com instalações interativas, site-specific, em grande escala. Convidada por instituições a obras em cidades que organizam o mundo, desenvolvem várias empresas que em conjunto com todas as instituições criam espaços se comunicam e se comunicam. Expôs no Ars Electronica (Linz, Berlim e Cidade do México), The Creators Project (Nova York e São Paulo), Festivais Glow e STRP (Eindhoven), Espacio Fundación Telefônica (Buenos Aires), Festival de Arte Contemporânea de Copenhague, FILE ( São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte, São Luís), Zeebrastraat (Ghent), Mois Multi (Québec), Trienal Internacional de New Media Art 2014 (Pequim), Ruhrtriennale 2014 (Duisberg), Ásia Cultural Center (Gwangju) ), Wonderspaces (San Diego, Scottsdale), Wavelength (Shenzhen, Xangai, Pequim, Chengdu).

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Ikaro Cavalcanti

Ikaro Cavalcante (@occulted) é uma artista digital brasileire conhecide por suas obras de arte complexas e envolventes que exploram a interação entre espiritualidade, natureza, tecnologia e identidade. Inspirando-se em suas experiências de infância em uma cultura fortemente influenciada por Lan Houses, Ikaro desenvolveu um profundo fascínio pelos mundos dos jogos MMORPG, que continua a moldar sua visão artística. Nascide e criade no Brasil, as criações de Ikaro trazem um sentido para a importância que jogos digitais e comunidades virtuais têm em sua expressão artística. Imerso nas paisagens cativantes de jogos como Mu Online, Priston Tale e Diablo, Ikaro descobriu o poder de criar seus próprios mundos e percebeu o potencial da arte para materializar sonhos e evocar sentimentos nostálgicos.

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Monica Rizzoli

Monica Rizzolli começou como pintora, depois de se formar no Instituto de Artes da UNESP (Brasil). Em 2012, enquanto estudava na Kunsthochschule Kassel (Alemanha), ela se deparou com a programação criativa e começou a estudá-la por conta própria. Em 2015, no MAK Center for Art and Architecture (EUA), ela apresentou sua primeira obra generativa, como resultado da bolsa de pesquisa MAK-Schindler. De volta ao Brasil, ela co-criou o encontro de programação criativa, Noite de Processing, no Garoa Hacker Clube, e esteve envolvida na organização do Processing Community Day Brazil. Como designer, ela desenvolveu capas de revistas gerarias, designs de tecidos e tipos de letra com Tony de Marco, incluindo o Tomorrow para o Google Fonts. Em 2021, ela lançou a série "Fragments of an Infinite Field" na plataforma Art Blocks, o que consolidou sua posição no campo da arte generativa.

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Marlus Araújo

Marlus Araujo é um artista multidisciplinar que combina design, tecnologia e arte na criação de projetos inovadores. Mestre em Mídias Criativas pelo PPGMC/ECO/UFRJ e graduado em design pela Escola de Belas Artes da UFRJ, Marlus atua em diversas frentes do universo digital, desde a criação de jogos, visualizações de dados e interfaces web até a concepção de instalações interativas e ambientes imersivos. No final de 2020, começou a comercializar suas criações digitais na forma de NFTs. Em 2021, fundou o MUSEU.XYZ, um espaço virtual voltado para a experimentação da arte e cultura digital brasileira no metaverso.Marlus considera a arte como uma ponte entre o palpável e o intangível, uma forma de descobrir novas maneiras de ser, criar e entender o universo que nos rodeia. Para ele, a tecnologia transcende sua função utilitária, tornando-se um meio que amplia as possibilidades da expressão humana. Em sua busca artística fortemente influenciada pela biomimética, mergulha profundamente nas conexões entre o orgânico e o digital.

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Lucas Bambozzi

Lucas Bambozzi é artista e pesquisador com trabalhos em vídeo, instalações e meios interativos. Seus trabalhos já foram exibidos em mais de 45 países, em organizações como o Moma (EUA), ZKM, Frankfurter Kunstverein (Alemanha), Arco Expanded Box (Es- panha), ŠKUC gallery (Eslovenia), Museum of Modern and Contemporary Art (Rijeka, Croácia), WRO Media Art Biennale (Polônia), Centro Georges Pompidou (França), Bienal de La Habana (Cuba), ISEA Ruhr (Alemanha), ZERO1 Biennial (EUA), Ars Eletrônica (Áustria – com menção honrosa em 2010 e 2013), Bienal de Artes Mediales (Chile), Bienal da Imagem em Movimento (Argentina), Ilmin Museum of Art (Coreia), 25a Bienal de São Paulo dentre outras. Participou de festivais como o Videobrasil, É Tudo Verdade, FILE, Festival do Rio BR, Sundance e Slamdance (EUA), Impakt (Holanda), FID Marseille, Share (Itália), XX Videoformes (França), Emoção Art.Ficial, On_OFF, RC4, Pink Umbrellas e vários outros. 

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Hifa Cybe

Hifa Cybe (Luiza Prado) é Artista Transdisciplinar, Pesquisadora e Cientista, Sua pesquisa é sobre respostas neurofisiológicas a estímulos sensoriais, principalmente som e imagem, enfatizando sua construção e reação físico-química no cérebro humano. Esses recursos, nesse caso, são aplicados a doenças e transtornos mentais, principalmente aqueles que sugerem perda de memória. A natureza multifatorial desses transtornos inclui questões ambientais, traumas e sexualidade que também são auxiliares nesses estudos que trazem um aspecto antropológico da dor e da violência e também os signos que persistem nos conceitos vulgares de loucura ao longo do período da evolução humana. Participou de Exposições e Bienais como PST LA/LA, Carrousel du Louvre, ABC Contemporary (Alemanha), Bienal de Marrocos e Bienal de Foto e Vídeo de Xangai (China). Suas obras estão em coleções públicas importantes, como MAC Bogotá (Colômbia), EAF (Alemanha) e o Museu Municipal de Arte Contemporânea em Cusco (Peru).

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Maurizio Mancioli

Maurizio Mancioli é um artista ítalo-suíço radicado em São Paulo desde 1994. Seu trabalho abrange fotografia, técnica mista, performance, instalação, vídeo arte e cinema. 

Vencedor do Prêmio Funarte Arte Visuais (SP), ele apresentou suas obras em museus e galerias no Brasil e no exterior, tais como MAM (Rio), Galeria Vermelho (São Paulo), Le Lieu (Ontario), Dot Box Gallery (Milão), Galerie Roch (Suíça). Em 2020, seu primeiro curta-metragem, In Vitro, ganhou 5 prêmios internacionais.

Criador do Acquabox, um tipo de aquário humano, dispositivo que Maurizio usa regularmente para os seus trabalhos de performance.

Suas obras examinam estados de isolamento, memória, assim como os limites entre realidade e ficção. 

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Gustavo Von Ha

Gustavo von Ha (1977) é artista visual brasileiro.

Seu trabalho foi comissionado por instituições no Brasil, Europa e Estados Unidos e exposto na Yerevan Biennial, 11a Bienal do Mercosul, DA Z Festi- val, Museum Für Gestaltung, Zurich, MAC USP, SP, MAM, SP, Museu de arte do Rio entre outros. Seu trabalho está presente em coleções como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, MAM [Museu de Arte Moderna de São Paulo], MAR [Museu de Arte de Rio], MAC-USP [Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo], Instituto Cervantes de Tóquio e NCC [Nassau Community College], Garden City, NY.

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Fesq

Fesq é um Diretor de Arte e Artista Digital brasileiro conhecido por suas habilidades autodidatas no meio digital. Seu trabalho frequentemente aborda temas íntimos e pessoais através de uma sensível exploração de suas próprias experiências e emoções.

Uma parte significativa de seu trabalho exibe uma paleta de cores consistente e distinta, focada na marcante interação de tons de vermelho, azul e roxo. Essa intrigante sinergia, que surgiu naturalmente ao longo do tempo, tornou-se uma marca registrada do artista.

Com projetos que vão desde animações, coleções de arte generativa e instalações imersivas ao redor do mundo, ele continua a ultrapassar limites na forma como transmite seus conceitos usando tecnologia de ponta.

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biarritzzz (1994, Fortaleza, vive e trabalha em Recife, Brasil) é uma artista transmídia antidisciplinar que investiga as interseções entre linguagens, códigos e mídias. Acredita na magia e na baixa resolução como contra narrativas importantes para viver a atual disputa cosmológica de realidades. A partir de uma visão crítica sobre digitalidade e virtualidade, biarritzzz discute cultura pop, pedagogias do meme, políticas do erro e do improviso, estéticas de videogame e internet, com poesia e imagens em movimento. Já expôs nacional e internacionalmente, incluindo a plataforma Satélite (Pivô Arte e Pesquisa), A.I.R Gallery, Centro Cultural São Paulo, The Wrong Biennale, FILE, IMS (Instituto Moreira Salles), The Shed NY, Kunsthal Trondheim, MAM Rio, Museu do Amanhã entre outros festivais e exposições coletivas. Integra os acervos do Rhizome Artbase (New Museum), KADIST Foundation e MIS-SP (Museu da Imagem e do Som de São Paulo).

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Alexandre Rangel

Alexandre Rangel (1974) é um artista multimídia, trabalhando desde os anos 1990 com videoarte, música experimental e criação de software audiovisual. Desenvolveu o software livre “Quase-Cinema VJ software”, uma plataforma para criação de cinema ao vivo, experimentação audiovisual e arte-educação. Doutor em Arte e Tecnologia pela Universidade de Brasília com a tese “O artista como desenvolvedor de sistemas computacionais: experiências audiovisuais”. Tem explorado o tema do diálogo entre organismos biológicos e cibernéticos. "O artista multimídia brasiliense Alexandre Rangel (VJ Xorume) é um criador elevado ao quadrado: desenvolveu ele próprio a principal ferramenta de sua atividade artística – um software engenhoso de manipulação de vídeo em tempo-real que está sendo utilizado por VJs do mundo inteiro. Alexandre deu ao programa o nome de 'Quase-Cinema', em homenagem ao artista plástico Hélio Oiticica, que usava a expressão para designar 'um campo de experiências transgressivas dentro do universo das mídias ou das imagens e sons produzidos tecnicamente". - Gilberto Gil

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Adriano Franchini

Adriano Franchini (1991), campo-grandense (MS), vive e trabalha em São Paulo. Pesquisa sobre Cosmogonia: seus trabalhos tensionam ciência, religião e memórias em desenhos no campo ampliado. Possui obras nos acervos do MACS; Acervo Rotativo e coleções privadas. Foi Curador da Casa Tato em 2023; gestor-fundador do espaço independente de Arte “Dupplex”; participou do Grupo de Acompanhamento Hermes Artes Visuais; fundou o grupo TREM; participou da residência Kaaysá (2019) e LAVA! (2018), SP. Participa como artista da Dupla Zero. Sua principal individual foi “Intervalo”, Zipper Galeria, São Paulo - SP.

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PV Dias

PV Dias, natural de Belém do Pará, atualmente reside no Rio de Janeiro. O artista é formado em Comunicação Social e é mestre em Ciências Sociais na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Possui formação pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde participou do programa Formação e Deformação no ano de 2019. A pesquisa de PV Dias concentra-se na análise da estruturação das imagens de um território e nas suas possíveis rupturas. Paralelamente a isso, desenvolve um trabalho a partir das memórias auditivas de um espaço, das trocas audiovisuais amazônicas, caribenhas e afro-diaspóricas. O artista cria a partir de diversas práticas artísticas, incluindo a pintura, a fotografia, o vídeo e a arte digital. Integrou como artista projetos como NAVE (Rock In Rio + Natura) e também Creative Time Comics, da instituição novaiorquina Creative Time. Seu trabalho participa da primeira Bienal das Amazônias em 2023, em Belém do Pará.

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Clelio de Paula

Clelio de Paula nasceu e foi criado em Xerém, Baixada Fluminense e estudou em Eng. Eletrônica e de Computação pela UFRJ fez cursos livres de Arte e Tecnologia na EAV no Parque Lage, atua como DevArtist ( uma mistura de artista e desenvolvedor ) que estende a sua ação à ativações de marcas, à programação criativa ou à desenvolvimento de experiências envolvendo realidade virtual e aumentada. Através de experimentação de diferentes métodos como o escaneamento 3D, fotografias panorâmicas, computação gráfica e arte generativa, como assets tecnológicos para a produção de seus trabalhos.Sua base de inspiração tem o objetivo de oferecer experiências sensoriais para o espectador criando ativações em tempo real que consigam envolve-los através de imersão e arte.Já desenvolveu experiências e amostras em circuitos de arte como Tate Modern, Multiplicidade, Sonar +D, Casa França Brasil e Creative Lab. Trabalhou com marcas e pessoas como Heloísa Buarque de Hollanda, Desperados, Coca-Cola, Itaú, Brahma entre outras empresas e agências de publicidade.

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Suzete Venturelli

A pesquisadora, artista e professora tem como propostas a Arte Computacional, Arte e Tecnologia, Realidade Virtual, Mundos Virtuais, Animação, Design digital, Ambientes Virtuais, Sound Art e Imagem Interativa. Possui um extenso histórico acadêmico, incluindo pós-doutorado na Universidade de São Paulo e doutorado na Université Paris1 Panthéon-Sorbonne, França. Sua produção inclui diversos livros publicados, bem como a organização de obras em colaboração com outros estudiosos, como François Soulages. Além disso, está na coordenação dos Encontros Internacionais de Arte e Tecnologia (#ART) e da Exposição EmMeio#. Ela também foi curadora de exposições, como Cinético_Digital (Itaú Cultural) e Humano_pós_Humano (CCBB). Sua contribuição para a área de Arte e Tecnologia lhe rendeu prêmios e apoio de diversas instituições de fomento à pesquisa, como CNPq, Fapdf, Capes, Funarte e Fundação Itaú. 

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Artur Cabral Reis

Designer, artista e professor, Bacharel em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (2018), Mestre (2020) e doutorando em Artes Visuais pelo PPG-Arte na UnB dentro da linha de pesquisa Arte e Tecnologia (Bolsista CAPES). Foi professor na Universidade de Brasília e professor voluntário no Projeto Vivências Tecno-critivas. Faz parte dos grupos de pesquisa registrados no CNPQ: Arte Computacional (UnB), Design_arte computacional: Inteligência artificial (UAM), NANO - Núcleo de Arte e Novos Organismos (UFRJ) . Em suas pesquisas explora a relação entre arte e computação por meio de interfaces e poéticas computacionais. Tem experiência na área da Arte Computacional, do Design Digital e da Fabricação Digital (Modelagem e Impressão 3D).

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Francisco de Paula Barreto

Bacharel em Ciências da Computação (2009), Mestre (2011) e Doutor em Arte e Tecnologia pelo PPG-Arte (2016): Programa de Pós Graduação em Artes pela Universidade de Brasília. Atualmente é professor adjunto do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Prof. Milton Santos da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência na área da Arte Computacional e da Inteligência Artificial, com ênfase no desenvolvimento de sistemas autopoiéticos capazes de gerar resultados emergentes. Hors-acadêmico é geek, músico, DJ, entusiasta de novas tecnologias. Arte Computacional; Inteligência Artificial; Emergência; Autopoiesis; Criatividade Computacional; Cognição

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Katia Maciel

Katia Maciel é artista, poeta e professora titular da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu trabalho desenvolve-se por uma variedade de meios: poesia, fotografia, cinema, vídeo, performance, objetos e instalação. A artista está sempre investigando uma imagem que nunca coincide com seu referente, interrompe a si mesma, suspende seu próprio movimento, gera sua própria desilusão e por vezes nem se faz imagem sem um corpo em aparição.

Seus trabalhos estiveram em exposições no Brasil e no exterior. Publicou diversos livros sobre o pensamento da imagem contemporânea e sete livros de poesia. Em 2018, a editora Cobogó publicou Katia Maciel, uma antologia com a obra da artista. As obras da artista encontram-se nas coleções Gilberto Chateaubriand, Museu de Arte do Rio, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Oi Futuro do Rio de Janeiro, Maison Européenne de la Photographie, entre outras.

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Vita Evangelista

Vita Evangelista é artista multidisciplinar, migrante, transmasculino, vive atualmente em Campos dos Goytacazes (RJ) e trabalha com vídeo, mídias digitais, escrita e performance. 

Reivindicando diferentes tecnologias e linguagens de representação que caracterizam a configuração atual do mundo que habitamos, Vita cria o que se pretende a serem narrativas autotecno-poéticas. Assim, parte de sua própria experimentação para costurar suas obras a partir de uma proposta contra-hegemônica e transfeminista, pautadas, entre outras, por questões como os danos capitalistas e coloniais, movimentos migratórios globais e o uso do avanço das tecnologias no mundo atual como ferramentas de controle e vigilância das diferentes formas de vida.   

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Taís Koshino

Taís Koshino (1992) é artista transmídia, nasceu e trabalha em Brasília, é bacharela em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual (2015) e mestra em Artes Visuais (2022) pela Universidade de Brasília. Sua pesquisa poética é atravessada por sua ancestralidade nipônica e encontra-se no espaço-entre, de fronteira, como possibilidade de dissolução de binarismos e percepção da impermanência. Apresenta esse espaço em desenho, pintura, vídeo, instalações digitais e físicas. Participou de exposições, mostras, publicações e feiras em diversas cidades do Brasil, na Alemanha, Áustria, Estados Unidos, Japão e Portugal. Dentre as quais destacam-se a participação na Bienal de Arte Digital (Oi Futuro, 2022) e na Art Basel Miami 2021 e 2022. Participou de residências no Brasil (2022), Canadá (2023) e Japão (2019).

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Giselle Beiguelman

Giselle Beiguelman é artista e professora da FAUUSP. Seus trabalhos integram coleções privadas e públicas, como ZKM (Museu de Arte e Mídia, Alemanha), Jewish Museum Berlin e Pinacoteca de São Paulo, entre outras, e foram destaque em jornais e veículos especializados como The New York Times, The Guardian, Folha de S. Paulo, revista seLecT e ArteBrasileiros. Giselle Beiguelman recebeu vários prêmios nacionais e internacionais, entre os quais citam-se Internet World Best – The Top 50 (ZKM/ SWR, 2002) e Prêmio ABCA (Associação Brasileira dos Críticos de Arte), 2016. Foi a única brasileira a integrar o conjunto de 25 artistas internacionais que participaram da exposição The Web at 25 (2014), com curadoria do The Webby Awards (o Oscar Internacional da Internet). Entre outros críticos e curadores que escreveram sobre o seu trabalho estão: Peter Weibel, curador do ZKM, Rudolf Frieling, curador do SFMoMA, Christiane Paul (Whitney Museum), Paulo Herkenhoff, Agnaldo Farias e Tadeu Chiarelli.

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Eduardo Kac

Eduardo Kac é reconhecido internacionalmente por seu trabalho inovador em arte e poesia contemporânea. No início da década de 1980, Kac criou obras digitais, holográficas e online que anteciparam a cultura global em que vivemos hoje, composta por informações em constante mudança e em constante fluxo. Em 1997, o artista cunhou o termo “Bio Arte”, dando início ao desenvolvimento desta nova forma de arte com obras como o seu coelho transgénico GFP Bunny (2000) e História Natural do Enigma (2009), que lhe valeu o Golden Nica, o prêmio de maior prestígio no campo da arte midiática. A carreira singular e altamente influente de Kac abrange poesia, performance, desenho, gravura, fotografia, livros de artista, primeiros trabalhos digitais e online, holografia, telepresença, bioarte e arte espacial. Kac também é autor ou editou vários livros, incluindo Telepresence and Bio Art – Networking Humans, Rabbits and Robots (University of Michigan Press, 2005). 

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Vini Naso

No panorama vibrante da arte digital de hoje, Vini Naso destaca-se como uma figura cuja trajetória artística cruzou fronteiras geográficas e fronteiras da fantasia. Nascido no caldeirão cultural vibrante do Rio de Janeiro e agora estabelecido no núcleo artístico de Toronto, Vini Naso está na intersecção entre a inovação e a tradição. A sua obra é uma conciliação harmoniosa das exigências práticas do mundo comercial com uma dedicação constante à sua busca artística profunda – uma odisseia que se desenrola na dinâmica entre mitologia e psicologia.Alimentando-se de um manancial de inspiração derivado de paixões que acompanham toda a sua vida, Vini Naso torna-se um portal para o inconsciente coletivo,  onde arquétipos atemporais e estéticas contemporâneas se unem. Ele transgride as barreiras do ordinário, entrelaçando com fluidez os ecos do passado e o ritmo acelerado do presente. Com uma expressão intuitiva que transcende o espaço físico, Vini Naso convoca o público para uma viagem de introspecção – uma meditação sobre o terreno mutável da beleza, identidade e experiência humana, inserida no contexto da nova fronteira digital. A obra de Vini Naso representa uma fusão encantadora entre mitologia e psicologia, compondo uma sinfonia hipnotizante de pixel e propósito.

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Tania Fraga

Artista, arquiteta e pesquisadora é doutora em comunicação e semiótica pela PUC/SP. Durante 16 anos foi professora do Instituto de Artes da UnB e é vice-presidente do Instituto de Matemática, Arte e Tecnologia de São Paulo. Em 1991/1992/ 2010/2011, foi pesquisadora visitante no Departamento de Ciência da Computação na The George Washington University, em Washington (DC), com bolsa CAPES. Em 1986 foi artista residente no Bemis Project, nos USA, com bolsa da Fulbright. Em 1999 desenvolveu projeto de pós-doutorado no CAiiA-STAR, na Grã-Bretanha com bolsa da CAPES e em 2010-2011 na ECA-USP com bolsa da FAPESP. Participa como revisora dos periódicos Palindrome (UFSC), Leonardo (MIT-USA) e faz parte do corpo editorial do periódico AI & Society da Springer-Verlag, Grã-Bretanha. Trabalha com arte computacional interativa, através do uso de tecnologias de realidade virtual e robótica. Tem recebido inúmeros prêmios, publicado nacional e internacionalmente e participado de exposições e espetáculos no Brasil, Alemanha, Austrália, Chile, Estados Unidos, França, Hong Kong, Inglaterra, Itália, Macedônia, México, Noruega, Rússia e Suíça.

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Andrei Thomaz

Andrei Thomaz é artista visual e programador. Sua produção artística abrange diversas mídias, digitais e analógicas, envolvendo também várias colaborações com outros artistas, entre as quais encontram-se performances sonoras e instalações interativas. Entre os prêmios e editais pelos quais foi contemplado, encontram-se a Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais 2014;  Edital de Estímulo à Produção Audiovisual do Espaço do Conhecimento UFMG 2012; Prêmio de Ocupação dos Espaços da Funarte 2010, junto com Daniel Escobar e Marina Camargo; Edital do Centro Cultural Banco do Norteste 2010; 63 Salão Paranaense, 2009; Prêmio FIAT Mostra Brasil, 2006.Como sócio da produtora Mandelbrot, atua como programador e coordenador no desenvolvimento de projetos interativos.

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Vitor Kisil

Compositor, intérprete, pesquisador e educador com atuação em diversas formas de manifestação musical, como desenvolvimento de arte sonora e de performances interativas, criação de trilhas sonoras e apresentações musicais. É mestre e doutor em música pela USP, membro do NuSom (USP) e um dos fundadores do Grupo de Práticas Interativas (GPI - NuSom). Foi contemplado com prêmios de melhor trilha sonora para curtas-metragens em festivais no país e no exterior e já se apresentou em importantes festivais nacionais e internacionais. Em 2020 lançou o álbum "Convergência Procedimental". Foi professor do curso de Música Eletrônica da Universidade Anhembi Morumbi e atualmente é professor do curso de Produção Fonográfica da Belas Artes, de Jogos Digitais da FIAP e de seus próprios cursos livres.

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Leandro Lima

Desde o fim dos anos 1990 Leandro Lima utiliza-se de aparatos tecnológicos, do espaço da cidade e das instituições artísticas para questionar a experiência do observador no ambiente urbano e nas atividades cotidianas.Ao lado da artista Gisele Mota, Leandro já participou de exposições como “Yano-a”, na Galeria Claudia Andujar, no Instituto Inhotim, Brumadinho, Brasil (2019-); “Entreter”, no Farol Santander, São Paulo, Brasil (2018); “Construções e Geometrias”, no Museu Brasileiro da Escultura [MUBE], São Paulo, Brasil [2019]; “Amazônia. The Shaman e Mind of the Forest”, no Museu de História de Nantes, Nantes, França [2019]; “Público confuso e privado”, na Terceira Bienal de Fotos de Pequim, China [2018]; Trienal de Imagem de Guangzhou, no Museu de Arte de Guangdong, Guangdong, China [2017], entre outras. O trabalho da dupla está presente em coleções como CIFO Art Foundation Collection (Miami, EUA). Instituto Figueiredo Ferraz (Ribeirão Preto, Brasil) Instituto Itaú Cultural (São Paulo, Brasil) e Coleção Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil).

INGRESSO ANTECIPADO

Data: De 30 de novembro de 2023 a 26 de fevereiro de 2024

Hora: De quarta a segunda (fecha às terças), das 9h às 20h

Entrada Gratuita

Ingressos disponibilizados na bilheteria do CCBB RJ ou em www.bb.com.br/cultura 

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